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Lucas nasceu!

Muita coisa aconteceu por aqui desde o último post. A maior e melhor de todas é que o Lucas nasceu. \o/

Ele veio de surpresa, antes da hora. Foi um parto de emergência e ele precisou ficar alguns dias na UTI, mas hoje tudo já está bem, meu pequeno está engordando e amanhã completa 1 mês. Tenho muita coisa pra contar, do relato do parto até minha experiência com amamentação, os primeiros dias com o bebê e tudo mais. Prometo arranjar tempo pra vir aqui entre uma mamada e outra.

 

unnamedEu volto!

beijos <3

Já adianto que não quero levantar polêmica aqui. A ideia é só compartilhar o que eu penso da utilidade/necessidade de cada item. Alguns vocês verão que não foram totalmente descartados, mas adaptados a minha realidade. A verdade é que, acredito eu, até a pessoa mais controlada da face da Terra pira quando está grávida. São mil coisinhas para comprar, tudo lindo, fofo etc. Dessas mil coisas, parte é realmente necessária. O que sobra só nos faz gastar dinheiro com tranqueiras que vão se acumular pelos cantos da casa.

Novamente afirmo que o que vou postar aqui não é regra – longe de mim! – é apenas o que penso, ok? Aliás, é a conclusão que cheguei ouvindo MUITAS pessoas, todas bem mais experientes que eu.

Vamos lá!

Saída maternidade
Há um consenso geral que a saída maternidade é uma roupa mais especial. Se você der um Google vai ver que um conjunto de macacão + manta não sai por menos de R$ 150 – e um dos mais simples. Não quero que pensem que sou pão dura, (quem me conhece sabe que não sou!) mas é um valor muito alto numa roupa que será usada 1 ou 2 vezes – no máximo. Cheguei a cogitar comprar num grupo de desapego, mas descartei a ideia. Estava com o pensamento fixo num conjunto de linha, mas depois achei melhor comprar um de malha e usar uma manta de crochê. Pois bem. comprei um macacão lindo, fofo e super de homenzinho por R$ 29,90 (JURO!) e ganhei a manta vermelha. Ou seja.

Móbile
Juro que não achei utilidade pra isso mas está em toda lista de “tem que ter no enxoval”. Cheguei a gostar de uns modelos em feltro, mas meu lado alérgico se arrepiou só de pensar em todos os ácaros que se acumulariam por ali. Desisti. Fora isso, os modelos tradicionais, eletrônicos que cantam, acendem luzes e etc são caros e não combinam com a decoração do quarto.

Poltrona de amamentação
Acho que é um dos principais itens anunciados nos grupos de desapego do Facebook. E sempre com um “nunca usado” ou “pouco uso”. Eu até queria uma poltrona normal que depois iria para o meu quarto, mas acabei desistindo pelo valor que deveria investir. Como conheço muita gente que amamentou tranquilo sem esse item e, bem ou mal, penso que eu vou amamentar onde der e precisar, dispensei a poltrona. Posso pagar com a língua? Certamente. Mas hoje é a minha opinião.

Banheira com pé
Olha pra ela e só penso “que trambolho!”. E taí uma coisa que eu não quero. Acabei comprando um modelo simples – dessas normais que nossas mães usavam quando éramos bebês. E vai ser essa mesmo!

Jogo de bolsas/mala maternidade
Mais uma da série “que trambolho!”. Pra que eu quero um kit com 3 malas bordadas com o nome do bebê, coloridas e etc? Já escutei até vendedora falando “mas você precisa de uma pra levar as roupinhas do bebê pra maternidade”. Jura? Não pode ser uma mala normal? Dessas que eu já tenho em casa? Acho que o motivo está bem claro aqui né? Comprei sim uma bolsa pra andar comigo pra cima e pra baixo com as coisas do Lucas. Aliás, é um modelo neutro. Vai andar comigo, com o pai, os avós e todo mundo que se prontificar a me ajudar. Mas esses kits de malas, nem pensar!

Enfeite de porta maternidade
Esse eu vou adaptar a minha realidade. Já vi vários, me apaixonei por muitos. Desisti de todos. É só um quadrinho com enfeite. Será usado por 2 dias na maternidade e depois vai (teoricamente) para a porta do quarto do bebê. Lá em casa não vai pra porta do quarto, eu usaria na parede do quarto. Mas, de verdade, como gastar mais de R$ 100 nisso? Vou fazer uma arte, emoldurar e pronto.

Kit higiene
No geral acho que compõe bem o quarto. Só que não consigo me ver fervendo água e colocando na garrafa térmica, muito menos enchendo os potinhos com algodões, cotonetes e etc. Vou deixar tudo dentro da caixinha, e todas vão ficar na gaveta da cômoda, bem a mão pra quando eu precisar.

Quem concorda comigo? Quem me acha louca?
hahaha

beijos,

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No dia 3/7  aconteceu o chá de fraldas do Lucas. Recebi cerca de 120 pessoas lá em casa, entre familiares e amigos (sim, não sei fazer festa para poucos). Foi um “evento” para homens e mulheres. Alguns foram em casal, outros só as mulheres, mas todos eram bem vindos.

Uma coisa que eu tinha em mente desde que fique grávida era que queria fazer o chá de bebê/fraldas. Não só pelo que se ganha, mas pelo momento. Encontrei muita gente que não via há tempos,  que foi porque queria me ver ainda grávida. Alguns não puderem comparecer, claro, mas já marcaram pra me encontrar. E esse carinho não tem preço. Digo isso porque tenho visto muitas mamães preocupadas se o chá vai compensar financeiramente, se o gasto vai ser maior que os ganhos, com mil exigências de presente para fazer valer a pena o gasto. Acho isso muito pessoal e não julgo, mas EU jamais faria um chá de fraldas com uma calculadora na mão e contabilizando cada gasto e ganho. Eu gosto de festa, do momento. Sinceramente não sei dizer a vocês se ganhei mais do que gastei – até porque eu não saberia mensurar isso. Mas ganhei muita coisa e fiquei bem satisfeita com o resultado final.

Agora vamos aos detalhes:

Escolha da data:
No dia do chá eu estava com 29+6 e pra mim foi o momento ideal. Eu tive muita ajuda – e pra tudo – mas mesmo assim fiz de tudo, subi e desci escadas e no fim do dia não tava me aguentando em pé. Se a gravidez estivesse mais adiantada, talvez eu não teria pique. Além disso, escolhi um domingo a tarde porque Dudu tem aulas aos sábados e domingo é um dia mais tranquilo para meus amigos da igreja.

Convite:
Escolhido o dia, o próximo passo foi fazer o convite. Peguei um modelo pronto no Freepik e editei. Não ficou perfeito, claro, mas deu super certo. Imprimi alguns e entreguei para minha mãe e sogra distribuírem. Outros entreguei para alguns amigos, mas a maioria foi convidada pelo Facebook. Criei um evento e incluí todos.
Optei por colocar uma “sugestão” de presente. Acho que fica mais livre e ninguém fica desconfortável de aparecer com fralda pampers vermelha ou pompom. Tenho visto muita gente fazendo questão de modelo de fralda (no geral pedem a Pampers verde ou roxa APENAS) e na minha opinião isso constrange sim o convidado. Novamente, muito pessoal.
O que sugeri: fralda Pampers ou Huggies M ou G (me falaram que são as mais usadas) + lenço umedecido.

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Cardápio:
Como marquei num domingo à tarde, queria mais a ideia de lanchinhos. Mas no fim, venceu o cachorro quente, que é rápido, fácil, barato e rende. Melhor combinação. Além disso, também servi salgadinhos fritos (300), mini empadas (200), sanduíches diversos com frios, bolo de chocolate e cenoura, barquete com recheio de frango com catupiry e pipoca (meu maior desejo de grávida).
De sobremesa: comprei o bolo com a Rejane Azeredo. Conheço ela há anos. Acho que o primeiro bolo que ela fez na minha família foi o de 15 anos da minha irmã. De lá pra cá não saiu da nossa família. Os docinhos fechei com a irmã dela, a Rosângela. São deliciosos, fresquinhos e com ótimo custo. Encomendei 300 misturados (brigadeiro, casadinho, beijinho, moranguinho e cajuzinho). Não quis nada de doce modelado, fora que dá suuuuuuper pra ser feliz só com esses simples. Como boa formiga que sou, ainda fechei palha italiana e mini cupcakes com a Desembrulhe. Eles são novidade nas minhas festas, mas já me rendi. Sabor excelente!

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Decoração:
Uma coisa eu tinha em mente: não queria um tema. Nada de ursinhos, ovelhinhas… queria focar nas cores do quarto dele: azul e amarelo. No fim, o resultado foi melhor do que eu esperava. Aluguei os móveis na Ludmylla Locação e as louças na Bersot. Montei tudo com a ajuda da minha irmã. Minha mãe fez o varal de tecido que ficou no muro inglês. O tecido que sobrou rendeu trouxinhas de bombom embrulhados e algumas almofadinhas pro quarto do Lucas.

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Lembrancinhas:
Eu fiz chaveiros de corações de feltro, comprei caixinhas tipo milk e enchi de balinhas, mamadeiras de acrílico com balinhas do coração e também trouxinhas de bombom.

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Desculpa a foto ruim 🙂

Brincadeiras:
Muito, muito, muito pessoal. Eu não fiz.
Minha ideia de chá era uma grande celebração à vida, uma comemoração pela chegada do Lucas, um momento para reencontrar amigos e familiares e talvez uma despedida da minha fase “não-mãe” (não sei explicar). Talvez seja minha última festa até o aniversário de 1 ano dele, então eu quis aproveitar esse momento.

Valeu a pena?
E como! Pelo momento de comunhão, pelo carinho que recebi, por cada pessoa que estava feliz com a minha felicidade e, claro, pelas fraldas. Suuuper valeu a pena! Faria de novo certamente. Não coloquei na ponta do lápis os gastos pelos motivos que falei lá em cima, mas sei que tudo compensou.

Agradeço muito a Deus por este momento, porque se não fosse por Ele, não estaria comemorando a chegada do Lucas. Ele tem proporcionado tudo na minha vida e não seria diferente agora. Agradeço também a cada familiar e amigo que nos ajudaram nesse dia.
Foi incrível!

beijos,