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Estou com 14 semanas e queria contar pra vocês como foi o primeiro trimestre pra mim. Andei lendo vários modelinhos de “Diário de Gravidez” e o que me deixou mais inspirada foi o da Lia Camargo. Vou seguir mais ou menos como ela postou. Espero que vocês gostem e aproveitem as informações e dicas que eu tenho pra contar.

Sintomas:
Descobri a gravidez com 5 semanas e demorei a apresentar os sintomas clássicos da gravidez, como enjoo, tontura e tudo mais. Meu primeiro sintoma não foi nada glamouroso: constipação. Meu intestino que sempre foi um reloginho começou a falhar terrivelmente e sem motivo. Cheguei a tomar laxantes e não resolvi a situação. A última coisa que eu pensaria é que era um sintoma da gravidez. Bom, a prisão de ventre não passou e segue firme até hoje, mas estou me alimentando mais com fibras e frutas pra funcionar melhor.

Outro sintoma que apresentei foi aumento da oleosidade na pele e cabelo. Gente! Jamais pensaria que isso tinha ligação com a gravidez. Até porque, descobri a gravidez no auge do verão carioca, onde as temperaturas sobem bizarramente. Então, oleosidade não seria algo tão incomum, certo? Meu cabelo pingava óleo no mesmo dia que eu lavava, não fazia sentido. A pele? Meu Deus! Vários cravinhos surgiram, algumas espinhas também. Era tão insuportável que eu não conseguia usar maquiagem, a sensação na pele era horrível.

Também tive muita azia durante um período, acho que da 7ª até a 10ª semana. Eu acordava de madrugada com a queimação e não conseguia dormir. Foi bem tenso. Uma coisa que me ajudou muito foi tomar sorvete/picolé de limão. Fiquei viciada. Acordava de madrugada pra tomar sorvete pra aliviar a azia. Depois mudei minha alimentação à noite, cortei carboidratos e feijão e comecei a sentir uma tremenda diferença. Aí passou.

Ainda sobre a falta de glamour, não posso esquecer do aumento dos gases. Senhor! Nunca arrotei TANTO na vida. Tudo me fazia arrotar, até respirar! haha Tive poucos gases intestinais (o famoso pum), mas quando tinha… socorro! hahaha

Enjoo:
Decidi falar sobre isso a parte pois foi algo que me acompanhou o primeiro trimestre inteiro. Eu tive MUITO enjoo. Alguns dias tudo o que eu comia vomitava. Tudo mesmo. Dudu ficava apavorado comigo – e preocupado, claro. Quase me levou para tomar soro, mas me esforçava e comia bem pouquinho torcendo pra ficar no estômago. Nisso tudo eu perdi quase 5 quilos.

Não enjoei de coisas específicas, mas algumas eu não podia ver que o estômago embrulhava. A lista inclui coco, frango cru, peixe e frutos do mar. Lembro uma vez que eu fiz peixe lá em casa, não comi no dia e deixei na geladeira. No dia seguinte, quando abri a geladeira vomitei na hora. O cheiro, que só eu sentia, me fazia muito mal. Dudu teve que tirar o peixe, jogar fora, limpar a geladeira e a cozinha inteira, porque eu não parava de sentir cheiro. O mais triste é que eu adoro peixe! haha

E andar de ônibus? Socorro! Chegava em casa mega embrulhada.

Desejos:
Estava doida pra ter mil desejos incríveis e fuén fuén fuén. Quase não tive desejos. Pirei com vontade de comer misto quente, arroz a piamontese e batata rosti. Ah, e do nada passei a comer banana e pipoca, coisas que eu não gostava. Super estranho!

Cuidados com a pele: 
Meus seios já aumentaram significativamente e vivem coçando – parece que é normal e se eu coçar vai dar estria. Estou usando alguns hidratantes e óleos mas conto em um post mais a frente sobre cada um deles.

Repelente: 
Engravidei no auge da Zika. Fui muuuuuuuuuuito neurótica no primeiro trimestre. Usei calça comprida e manga longa no auge do verão carioca e reapliquei repelente direto. Tive uma reação alérgica ao repelente e cortei o uso por cima da roupa, agora só uso nas áreas expostas. No mais, faço a minha parte e entrego nas mãos de Deus.

Espero que curtam o Diário da Gravidez. Qualquer coisa podem falar nos comentários!
Beijos,

 

Estou grávida!

baby vargas

O Sobradinho Lilás vai ganhar um morador novo e meu coração tá que não cabe no peito. Sempre sonhei com o dia que seria mãe, veria a barriga crescendo, a família aumentando, só não imaginei que seria tão cedo.

Não foi uma gravidez planejada. Chegamos a pensar em tentar, adiamos um pouco e nesse tempo veio o neném. Nos pegou de surpresa, admito. Mas uma surpresa tão deliciosa que não tem como não ficar feliz.

Hoje estou com quase 13 semanas. Queria esperar o fim do primeiro trimestre mas hoje, 6 de março, completamos 1 ano e 6 meses de casamento e não vimos data mais perfeita para dar essa notícia ao mundo. Claro que alguns familiares e amigos sabem, mas eu queria gritar minha felicidade pro mundo todo. É sem dúvida a melhor coisa que já me aconteceu.

Bom, esse é o motivo do meu sumiço do blog. O primeiro trimestre foi marcada por MUITO sono, azia e enjoo – exatamente nessa ordem. Eu chegava em casa e dormia direto. Minhas atividades de dona de casa ficaram bem prejudicadas, enjoava muito na hora de cozinhar e com isso fiquei sem material para contar aqui. E como o que eu mais queria dividir com vocês era a gravidez, tive que dar uma pausa.

Vou fazer um post contando com mais detalhes o primeiro trimestre e pretendo fazer um diário da gravidez. Não prometo fazer toda semana porque não acho que vou ter conteúdo/novidades pra isso, mas vou compartilhar o máximo dessa experiência.

Por aqui estamos na torcida pra descobrir se é Lucas ou Duda – e doidos pro cheirinho e chorinho de neném invadir nosso lar.

beijos,
Lu

Não importa há quanto tempo você se casou, com certeza já ouviu frases do tipo “e aí, quando vem o bebê?”. Eu não sei qual a lógica insana de muita gente por aí, é como se você tivesse que pular do casamento automaticamente para a maternidade. Só que não é bem assim, aqui não funciona desse jeito.

Quem convive comigo sabe da minha vontade ENORME de ter filhos. É como se faltasse um pedacinho em mim e só uma criança pudesse completar. Meu instinto maternal já está ligado há um tempo mas eu reconheço que ainda não é a hora de colocar uma criança no mundo. E há vários fatores envolvidos nisso, exceto “quero curtir muito o marido ainda”. E acho que isso está atrelado a minha história de vida.

Quando nasci meus pais tinham pouco mais de um ano de casamento e nunca ouvi minha mãe reclamar que curtiu pouco o casamento com o meu pai, pelo contrário, ela disse que fica feliz de ter tido mais tempo para curtir a família dela. E isso me marcou.Meus pais têm um casamento sólido, de quase 30 anos de amor. Não há um dia que eu não os veja com cara de bobos apaixonados. Eles são minha maior referência de amor, casamento e família. E tenho certeza que a minha chegada e da minha irmã logo depois só contribuiu para esse amor crescer.

Penso da seguinte forma: Eu não entrei no casamento para curtir o marido. Eu entrei nessa para construir uma família. Hoje, ela é composta por mim e pelo Dudu, mas num futuro não tão distante, chegará o Lucas e a Duda. E minha família estará completa.

Sei que é um assunto polêmico e muita gente não concordará comigo, mas sinceramente eu não ligo. Ainda não planejamos nosso filhote porque precisamos ajeitar algumas coisas dentro de casa, assim o baby vai ter um lar estruturado e não dois loucos apaixonados que dividem o mesmo teto.

Creio que em breve voltarei aqui para dividir com vocês a notícia que o Lucas está no forninho (risos), mas enquanto isso não acontece, eu curto a minha família, e não o marido.

ps. Ok, é uma indireta pra muita gente. Não me julguem.