Esse assunto é polêmico e eu tô longe de querer criar polêmica por aqui. Vou trazer minha opinião sobre o assunto, e espero que ela seja respeitada, independente de ser igual a sua, ok?

Acho que mudar o nome é uma questão muito pessoal. Cada um tem seu motivo para trocar ou não. Se você conversar com noivas e casadas, vai ver que há as mais diversas opiniões sobre o assunto. Eu troquei o meu nome e não me sentiria casada se não tivesse feito assim. Lembro quando era criança e fazendo o dever de casa com minha mãe, descobri a história do meu nome – tanto o Luana (que tem um significado todo especial) quanto os sobrenomes. Ela contou dos sobrenomes dos meus avós e por fim o Soares, que era do meu pai e que ela passou a usar depois que casou. Eu achei isso o máximo. Amei a ideia de ter o nome do meu futuro marido.

Dudu nunca me pressionou para trocar de nome. Escrevendo esse post estou, inclusive, pensando que não sei a opinião dele sobre isso. Como sempre falei que trocaria de nome, acho que ele nunca comentou o que ele achava, por saber que eu já estava certa sobre o assunto.

Eu mantive o sobrenome do meu pai, que eu usei a minha vida toda e acrescentei o do marido. Sei que não magoei ninguém nesse processo. Meus pais sempre encararam isso naturalmente, e me incentivaram até. Mas sei que muita gente não troca com medo de magoar os pais.

Quando mamãe me falou da história do meu nome, ela falou que quando casou com papai, eles formaram uma nova família, e essa família tinha o sobrenome dos dois. Então sempre pensei nisso. Sei que tem gente que vai ler isso aqui e torcer a cara, mas é minha opinião. E aqui não tem nada de discussão de machismo X feminismo. Só tem a história de uma menina que realizou o sonho de formar sua família. E tudo saiu do jeito que ela sempre imaginou.

IMG_5818A parte chata – e motivo de muitas para não trocar o sobrenome -, é ter que trocar os documentos. E isso custa tempo e dinheiro. Eu não terminei de trocar os meus, estou fazendo isso bem lentamente por pura falta de tempo, mas segue como funciona as coisas.

RG – Troquei no Poupatempo. Pagamos um Duda e fiz a alteração. Precisei levar o Duda pago e a certidão de casamento (cópia e original). Pelo que me falaram demora um pouquinho mais porque precisam confirmar a mudança de nome. E realmente a minha demorou mais do que a do marido, que precisou tirar uma outra porque perdeu a dele;

CPF – Troquei nos Correios. Paguei uma taxa pequena e fizeram na hora. Mas pode fazer também no Banco do Brasil e na Caixa Econômica. Só fiquei chateada porque (parece que) agora é só um papel e meu anterior era um cartão bonitinho;

CNH – Esperei a minha vencer para trocar. Fui direto no Detran. Paguei mais um Duda (mas ok, já tinha que pagar mesmo pra renovar) e também demorou um pouquinho. Deram a mesma justificativa;

Título Eleitoral: Ainda não troquei, mas já vi que é só ir no Cartório Eleitoral da minha região com o RG novo e a certidão de casamento. Também sai na hora. Pelo que me contaram, não é preciso pagar, mas sei lá né?

Carteira de trabalho: Também não troquei. Mas é só ir no Ministério do Trabalho, não precisa tirar uma nova, eles só fazem uma anotação. Parece que também não é preciso pagar…

PIS: Mais um que falta trocar. É direto na Caixa Econômica – qualquer agência

Outros itens que você deve trocar o nome: Plano de saúde, banco e cartões de crédito, contas de consumo (luz, água etc), seguro do carro – Esse eu troquei. Só precisei enviar a certidão de casamento pra eles.

Espero que ajude vocês de alguma forma.
Um beijo!

Manter a casa em ordem não é uma tarefa das mais difíceis, só exige um pouco de organização e vontade. Toda casa tem um jeito de funcionar, de acordo com a rotina de cada família. Então, mais do que nunca, é o momento de “esquecer” a rotina da casa dos pais e criar uma nova. É fácil? Não totalmente, como falei exige um pouco de vontade e também paciência. Tem que testar dia após dia, e depois que tudo ficar bonitinho, é capaz de precisar mudar mais alguma coisa.

Essa rotina não é a primeira que criamos aqui pra casa. Ela já foi adaptada várias vezes – e como falei antes, deve sofrer mais alterações em breve.

rotina semanal

Aqui em casa somos só nós dois, quase não ficamos em casa e procuramos manter sempre em ordem para não termos tanto trabalho. Eu realmente não tenho necessidade de varrer a casa todos os dias, de lavar a roupa todos os dias e fazer comida todos os dias. Mais do que isso, eu não tenho tempo e nem condições físicas. As coisas que fazemos (eu e Dudu!) é num período de 1h a 2h, depois que chegamos do trabalho. Então não rola mesmo fazer muitas coisas. Aos poucos dá pra deixar a casa limpa e arrumada.

Outra coisa, repararam que deixamos dois dias “livres”. Sexta e domingo sempre acontece algum evento da igreja, e quando não tem, aproveitamos para sair, ir na casa de familiares, pegar um cinema ou ficar no sofá agarradinhos assistindo vários episódios de alguma série no Netflix. Eu acho muito importante, extremamente vital, ao relacionamento esse tempo. Para se curtir, manter a chama do amor acesa, fazer uma pausa da correria do dia a dia.

As vezes não conseguimos seguir a risca. Rola imprevistos sim. Uma visita inesperada, algum problema, ficar mais tarde no trabalho, ter que ir na casa de alguém. Quando conseguimos nos programar, antecipamos as tarefas, quando não é possível, fazemos no dia seguinte. Justamente por isso não temos muitas atividades durante a semana – até porque, como falei, não aguentaríamos.

Também tem a rotina quinzenal e mensal, qualquer dia posto pra vocês.

Qualquer dúvida ou sugestão, deixem aqui nos comentários.
Beijos,

Esses dias eu tava pensando como foram meus primeiros meses casada. Veja bem, não quero polemizar aqui e nem ficar de mimimi. Me diziam que os primeiros meses seriam difíceis e quem sobrevivia ao primeiro ano ganhava uma “estrelinha dourada”, eu achava bobagem e ria. Não riam. É verdade. É a pura verdade.

Eu e Dudu brigamos muito. Muuuuuuuuuuuuito. Tudo era motivo de confusão. Não porque a gente queria brigar simplesmente, mas a gente precisava resolver umas coisas. E nem sempre a sra. Paciência aparecia lá em casa, então vinha aquele instinto (feio) de resolver tudo no grito. E ninguém queria dar o braço a torcer. Cada um berrava de um lado.

Tiro. Porrada. Bomba. Muito choro. BE beijos e sexo – para fazer as pazes (pq sim!).

Eu sou chegada numa lista, então aqui vai o TOP 5 maiores choques do início do casamento:

1 – Meu marido ronca – Gente! Imagina descobrir que seu marido ronca? Tenso! Eu não conseguia dormir, e a gente brigava porque eu queria dormir e ele não deixava porque estava roncando. E eu tinha que acordar ele. E ele brigava porque acordava ele. Aff! Hoje isso já se resolveu, ele ainda ronca mas já descobri o truque pra parar com isso! hahaha

2 – “Lá em casa é desse jeito!” – Imagina você morar anos com seus pais, numa rotina já certinha, funcionando e do nada ir parar numa casa estranha com um “desconhecido”. Aí você tenta fazer as coisas do jeito que sempre funcionou pra você, lá na casa dos seus pais. Mas peraí, na casa dos pais dele acontecia de outra forma. E ele quer que seja assim. Opa, assim não dá certo. Vocês vão ter que encontrar um jeito só de vocês. E até encontrar, haja DR.

3 – “Eu quero dormir do outro lado da cama” – Essa é uma clássica que eu achava bobagem. Gente, levei mais de um mês pra me adaptar a cama nova. Tentei dormir de um lado. Nada. Ia para o outro. Nada. Voltava pro primeiro. Nada. Troca de travesseiro e dorme do lado direito. Troca de travesseiro e dorme do lado esquerdo. Nada, nada, nada. Pega o travesseiro de solteiro na casa da mãe. Opa, deu certo, mas o lado ainda não é esse. Troca de lado de novo. Por fim, compramos travesseiros novos e não usamos, ficaram para os “hóspedes”. Dormimos com nossos travesseiros velhos, de solteiro. E eu fico do lado esquerdo e ele do direito. E nem pense em trocar de novo! hahaha

4 – “Macarrão de novo, amor?” – Sou chegada no macarrão. Comeria TODOS os dias. E Dudu não. E enquanto eu estava super feliz de comer macarrão direto ele já tava pedindo socorro. Ele queria arroz e feijão. E eu nem sabia cozinhar feijão. Foi quase 1 mês de macarrão diariamente até que ele, de uma forma muito sensível, falou “macarrão de novo, amor?”. Tadinho, não aguentava mais. Aí comecei a variar. Mas até hoje ele me zoa que lá em casa só tem macarrão, mesmo que hoje eu quase não faça mais, rs;

5 – “Luana, essa roupa tá na máquina há quantos dias?” – Não riam de mim. Mas eu esquecia a roupa na máquina. Bati o recorde de 6 dias. Eu nunca tive o hábito de lavar roupa e lá em casa, pra piorar, a lavanderia é no terraço, onde eu quase não vou. Então eu colocava pra lavar e esquecia. Custou hein!

Alguém passou por algo parecido?
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beijos!