Eu tenho uma teoria. O livro que você compra pela capa e te prende na primeira página tá tipo na escala máxima da perfeição. Poucos livros estão nessa categoria, mas um deles é Eleanor & Park, da Rainbow Rowell. Comprei na Bienal do livro, e foi o primeiro que eu li. Afinal, um livro que tem indicação do John Green na capa e selinho de bestseller do New York Times merece prioridade, rs.

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O livro conta a história de Eleanor e Park (cê jura?), dois adolescentes que se “conhecem” no ônibus escolar. O ano é 1986. Park é um cara na dele. Não faz parte do grupo popular, gosta de não chamar atenção, mas convive bem com todos. Filho de um americano com uma coreana, tem traços orientais e um belo par de olhos verdes. Eleanor é ruiva, com sardas e usa roupas esquisitas. De cara atraiu a atenção de todos os idiotas da escola, que zombavam dela de todas as formas possíveis. Encontrou um lugar ao lado de Park, que odiou dividir espaço com a aluna nova e toda estranha.

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Eu queria saber o momento que esse romance começou mas tudo aconteceu de uma forma tão natural, tão singela, tão linda. Ao longo das páginas era impossível não torcer pelo romance entre eles. Eleanor chamava a atenção na aula, pela sua voz, sua postura, e Park não cansava de observá-la, seja sozinha na biblioteca ou enquanto andava até seu lugar no ônibus. Ela por sua vez, acompanhava a leitura dele nos gibis, observava o “mestiço”, a pele morena, os cabelos caindo no rosto. E a gente de fora acompanhado o amor surgir <3

O livro é contado do ponto de vista de Eleanor e do Park. Então a mesma situação tem a versão de cada um, o que sentiram, pensaram – o que torna tudo mais real.

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E é justamente essa realidade que irrita no livro. Não é um romance de conto de fadas. Não é um livro fofo que você suspira do início ao fim. Assim como todo relacionamento, como tudo na vida, eles enfrentam vários desafios para ficarem juntos. Eleanor tem uma história complicada, mora numa casa simples com a mãe, os irmãos e o padrasto. Um ambiente nada amigável. Já a família de Park é típica de comercial de margarina. E ela não sabe lidar com isso. Ela não tá acostumada com esse amor lindo e puro que ele quer dar para ela. Ela quer aceitar, mas não sabe como retribuir. São tantos conflitos que dá vontade de entrar na história pra resolver tudo pra eles viverem felizes para sempre. Mas, como falei, não é um conto de fadas.

O livro é recheado de frases incríveis – e carregadas de emoção.

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Eu recomendo MUITO!
É um dos livros mais lindos que já li e entrou na minha lista de queridinhos.

Soube que a Rainbow vai escrever uma continuação, e não vai demorar a história estará nos cinemas. Esperamos que o filme não cague tudo ne? Dá uma raiva.

Fica aqui a indicação.
Quem já leu, o que achou?

Beijos,

Hoje, quinta-feira (15/10), eu tô aqui pensando “amanhã é o aniversário do Guanabara. finalmente!”. Me chamem de pobre, mas eu adoooooooooro o aniversário do Guanabara. Algumas coisas realmente valem a pena e juro pra vocês, eu tenho até hoje papel higiênico e detergente que compramos no aniversário do ano passado. Eu quero é preço! hahaha

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Nós compramos em grande quantidade vários itens. Creme de leite, milho verde, leite condensado, molho de tomate durou por vários meses. E alguns itens não perecíveis duraram bem mais, como o papel higiênico, detergente, sabão em pó, desodorante, escova de dente. Compramos tipo atacado e valeu a pena.

Eu não gosto muito de ir ao supermercado mas é necessário. Ano passado fui no Guanabara mas não no primeiro dia, sempre caótico e problemático. Como falei acima, aproveitei bem as promoções e isso me rendeu um bom estoque de coisas – que não vou comprar tão cedo. E em tempos de crise, economizar não é vergonha. Então vale ir SIM no Guanabara (ou em qualquer outro mercado) e aproveitar as promoções.

1 – Faça uma lista
Aqui em casa eu sempre saio com uma lista. Eu separo por necessidade e supérfluos. Então eu sempre foco nas coisas que realmente preciso (arroz, feijão etc) e os itens extra (presunto, queijo etc) eu analiso bem o preço. Se não valer a pena, não levo pra casa. Além disso, eu anoto a quantidade que eu tenho em casa de determinado item. Exemplo: molho de tomate é algo que eu sempre compro, mas raramente está zerado lá em casa. Quando compro é mais pra completar. Então quando adiciono na lista, eu coloco a quantidade que tenho em casa, para não trazer a mais.

2 – Analise o espaço que você tem em casa.
Uma vez compramos loucamente bandejas de frango porque estava num preço imperdível. Quando chegou em casa nos tocamos que não tinha onde guardar tudo aquilo. Foi uma verdadeira guerra contra o congelador. Ou seja, economia burra. Então veja bem o espaço que você tem. A promoção é boa, mas você não tem onde guardar? Compre apenas o necessário.

3 – Confira se realmente está na promoção
Logo assim que casei eu fui enganada no supermercado. Comprei um iogurte que estava na “promoção” e me senti a rainha da economia. Aí voltei ao mercado outras vezes e opa! iogurte no mesmo preço, e não tava na promoção. Fui a outro mercado e opa de novo! preço normal. Ou seja, colocaram o cartaz de promoção pra sair mais rápido mas o preço era o de todo dia. Então, fique atento a isso.

4 – Não esqueça de olhar a validade
Não é regra, mas é comum colocarem produtos próximos da validade a preço bem reduzidos. Vale olhar a data de validade pra não levar um produto que não pode ser consumido.

5 – Faça um orçamento
Imagino que você já tem uma ideia de quanto é seu gasto no mercado. Se está disposta a aproveitar as promoções, faça uma estimativa de orçamento e tenta se manter dentro dele. Uma sugestão é uma porcentagem no valor que você já costuma gastar. Exemplo: R$ 450 + 30%

Dica extra;
Se você for ao aniversário do Guanabara mantenha o controle. Absorvente a R$ 1 não é motivo pra agredir ninguém e fazer vergonha. Lembre-se que sempre terá alguém para te filmar e colocar no Facebook. E tenha paciência. Vai ter trânsito, muita fila, gente mal educada.

 

Boa sorte!
E boas compras.

Falei aqui pra vocês que estamos de dieta aqui em casa ne? Então o consumo de frutas, legumes e verduras aumentou significativamente por aqui. Nisso, comecei a procurar opções para higieniza-los. Cá entre nós, é um passo bem chatinho da alimentação, mas é extremamente necessário. Eu sempre usei o vinagre para desinfetar os alimentos, mas andei pesquisando e vi que ele não é muito eficaz. Minha mãe usava água sanitária e cheguei a usar algumas vezes, mas o cheiro é muuuuuuuuito forte e eu fiquei com medo de usar na comida e sei lá, estragar e piorar as coisas.

Foi nesse momento que conheci o Pury Vitta, uma solução a base de água sanitária só que não tem cheiro forte. Ela é específica para esse fim, e você encontra na seção de hortifruti (eu comprei no Supermercado Guanabara).

Como usar:

  • Os alimentos devem ser higienizados (lavar + desinfetar) para eliminação tanto da sujeira aparente como de micróbios e qualquer outro parasita;
  • Limpe e retire as partes deterioradas;
  • Lave em água corrente para retirar larvas, insetos (quem nunca encontrou uma lesma no alface né?)
  • Adicione 1/2 tampa a cada 1 litro. Deixa de molho por 5 minutos na solução. Em seguida enxague
  • A partir daqui já tá pronto pro consumo;
  • Se for um tipo de folha, eu sempre passo por uma centrífuga, retiro o excesso de água e na sequência coloco numa vasilha para guardar na geladeira. Dura 5 dias tranquilamente.

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Lembre-se:

  • Mesmo os alimentos consumidos sem casca (como laranja, abacaxi, pepino etc) devem ser higienizados. Na hora do corte, esse micróbios entram através da faca;
  • Você pode fazer a higienização com a água sanitária, EU optei por usar o produto;
  • Ao manipular o alimento, não deixe de lavar as mãos e os utensílios utilizados.