Natal é aquela data que você passa em família, com o tio do pavê/pacumê, a avó fazendo o peru e a melhor farofa do mundo, as suas tias (esposas dos seus tios) disputando quem fez o melhor doce e seu primo pirralho abrindo os presentes antes da hora. Sempre foi assim. Mas agora você casou e, se você quer continuar passando essa data com sua família precisa lembrar que seu marido tem o mesmo desejo. E aí, como resolver essa equação?

Esse vai ser meu segundo Natal casada. Então eu estou muito experiente e posso dar as melhores sugestões pra vocês. Mentira! Ano passado testamos um modelo. Deu certo? Em parte. Esse ano vamos fazer algo diferente. Se vai dar certo eu não faço ideia, mas só me resta tentar. Vou contar pra vocês como foi em 2014 e como será este ano.

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2014 – foi uma maratona muito cansativa. Visitamos três casas só na noite do dia 24; no dia 25 começamos o dia cedo para o café da manhã do meu pai e teve almoço na casa de duas tias. Foi ótimo, vi muita gente, abracei todo mundo MAS como falei, foi muito cansativo. Demais.

2015 – vamos fazer a ceia de Natal aqui em casa. Convidamos a minha família e a de Dudu, além dos sogros e cunhada da minha irmã. Será um Natal com família grande, e tem tudo para ser uma ótima experiência.

Se você continua na dúvida, vou te dar umas dicas:

  • Converse com seu marido e analisem juntos as tradições da família, qual família vai ficar mais magoada, o que vocês não abrem mão;
  • Aprenda a ceder. Se a família dele tem o Natal como a festa para reunir a família toda porque moram longe e é um momento único no ano, e você está sempre com seus pais, ceda;
  • Sonda a família com antecedência para ver quais os planos deles;
  • Não jogue a culpa no seu marido por não estar com sua família. A decisão é dos dois;
  • Não se dividam, fiquem juntos. Conheço casais que cada um vai pra um canto em datas comemorativas. Não abram mão de ficarem juntos!
  • Uma boa dica é revezar. Se ano passado você foi para a família dele, use esse argumento para ficar com a sua;
  • Lembre-se que são dois dias: jantar no dia 24 e almoço no dia 25. Se a virada foi com uma família, almoce com a outra.

Espero ter ajudado!
Não torne essa decisão um inferno ou motivo para brigas. Natal é época de amor e comunhão, vivam isso dentro do lar de vocês.

beijos,

 

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1- A louça não lava sozinha e a fada mágica da louça também não existe – e nem é o Dudu

2 – Uma vez que você dorme com ele ao seu lado, dormir separado é TÃO difícil

3 – Coisas simples fazem o coração bater mais que um “eu te amo”, tipo ele acordar mais cedo e fazer seu leite todos os dias de manhã – e levar na cama <3

4 – Sexo matinal faz toda diferença pra começar bem o dia – e vale cada segundo de atraso depois 🙂

5 – Brigar de leve é normal, é saudável e ajuda a acertar várias detalhes no relacionamento e rotina

6 – Não importa quanto você peça, eles não conseguem abaixar a tampa do vaso

7 – Você passa a valorizar momentos bobos como ficar no sofá à toa, mesmo que só por 15 minutinhos

8 – Experiências culinárias são bem vindas, mas manera aê nas gordices porque a balança pede socorro rápido

9 – Dividir as tarefas domésticas otimiza o tempo livre dos dois. Logo, mais tempo juntos! Think about it!

10 – Casa de Pinterest é bacana, mas pode custar seu rim, fígado e o salário de um ano inteiro.

Adapte sempre a sua realidade e bolso. Tem muita coisa bacana, acessível e econômica por aí.

Conta aê, o que você aprendeu com o casamento?

Esse assunto é polêmico e eu tô longe de querer criar polêmica por aqui. Vou trazer minha opinião sobre o assunto, e espero que ela seja respeitada, independente de ser igual a sua, ok?

Acho que mudar o nome é uma questão muito pessoal. Cada um tem seu motivo para trocar ou não. Se você conversar com noivas e casadas, vai ver que há as mais diversas opiniões sobre o assunto. Eu troquei o meu nome e não me sentiria casada se não tivesse feito assim. Lembro quando era criança e fazendo o dever de casa com minha mãe, descobri a história do meu nome – tanto o Luana (que tem um significado todo especial) quanto os sobrenomes. Ela contou dos sobrenomes dos meus avós e por fim o Soares, que era do meu pai e que ela passou a usar depois que casou. Eu achei isso o máximo. Amei a ideia de ter o nome do meu futuro marido.

Dudu nunca me pressionou para trocar de nome. Escrevendo esse post estou, inclusive, pensando que não sei a opinião dele sobre isso. Como sempre falei que trocaria de nome, acho que ele nunca comentou o que ele achava, por saber que eu já estava certa sobre o assunto.

Eu mantive o sobrenome do meu pai, que eu usei a minha vida toda e acrescentei o do marido. Sei que não magoei ninguém nesse processo. Meus pais sempre encararam isso naturalmente, e me incentivaram até. Mas sei que muita gente não troca com medo de magoar os pais.

Quando mamãe me falou da história do meu nome, ela falou que quando casou com papai, eles formaram uma nova família, e essa família tinha o sobrenome dos dois. Então sempre pensei nisso. Sei que tem gente que vai ler isso aqui e torcer a cara, mas é minha opinião. E aqui não tem nada de discussão de machismo X feminismo. Só tem a história de uma menina que realizou o sonho de formar sua família. E tudo saiu do jeito que ela sempre imaginou.

IMG_5818A parte chata – e motivo de muitas para não trocar o sobrenome -, é ter que trocar os documentos. E isso custa tempo e dinheiro. Eu não terminei de trocar os meus, estou fazendo isso bem lentamente por pura falta de tempo, mas segue como funciona as coisas.

RG – Troquei no Poupatempo. Pagamos um Duda e fiz a alteração. Precisei levar o Duda pago e a certidão de casamento (cópia e original). Pelo que me falaram demora um pouquinho mais porque precisam confirmar a mudança de nome. E realmente a minha demorou mais do que a do marido, que precisou tirar uma outra porque perdeu a dele;

CPF – Troquei nos Correios. Paguei uma taxa pequena e fizeram na hora. Mas pode fazer também no Banco do Brasil e na Caixa Econômica. Só fiquei chateada porque (parece que) agora é só um papel e meu anterior era um cartão bonitinho;

CNH – Esperei a minha vencer para trocar. Fui direto no Detran. Paguei mais um Duda (mas ok, já tinha que pagar mesmo pra renovar) e também demorou um pouquinho. Deram a mesma justificativa;

Título Eleitoral: Ainda não troquei, mas já vi que é só ir no Cartório Eleitoral da minha região com o RG novo e a certidão de casamento. Também sai na hora. Pelo que me contaram, não é preciso pagar, mas sei lá né?

Carteira de trabalho: Também não troquei. Mas é só ir no Ministério do Trabalho, não precisa tirar uma nova, eles só fazem uma anotação. Parece que também não é preciso pagar…

PIS: Mais um que falta trocar. É direto na Caixa Econômica – qualquer agência

Outros itens que você deve trocar o nome: Plano de saúde, banco e cartões de crédito, contas de consumo (luz, água etc), seguro do carro – Esse eu troquei. Só precisei enviar a certidão de casamento pra eles.

Espero que ajude vocês de alguma forma.
Um beijo!